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Escritos3

Por vezes pergunto-me: por que não o suicídio? Admito que, de vez em quando, é uma pergunta que não estranho. Saber que, no dia seguinte, e no dia seguinte, e no dia seguinte, não teria de me preocupar mais com a mercearia da vida... ah! como é tão agradável... De resto, tenho o problema simplificado: não espero pela morte para ajustar contas com nenhum deus. Tenho as mãos livres, não me pesa, na consciência, a eternidade. Há, porém, uma razão muito pouco filosófica (ou talvez não) que me inibe ao suicídio: os meus filhos. Não sei se eles precisam de mim. Sei, apenas, que eu preciso deles. Precisamente, para sobreviver...

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